Estarmos aqui, neste momento de evolução do Planeta, é uma oportunidade única de contribuirmos para uma mudança de paradigma e para um mundo melhor. Não vamos mudar o mundo, já sabemos, podemos até nem vir a ser pessoas conhecidas e reconhecidas a uma escala global, mas isso não significa vivermos uma vida triste e desinteressante.

Se é suposto termos tudo de bom, não sei. O que é suposto acontecer na vida de cada um, sei ainda menos. Mas de uma coisa eu tenho a certeza: estarmos aqui (leia-se: vivas, no Planeta Terra) não é suposto ser um calvário. Haverá sempre momentos bons e menos bons – ou não haveria crescimento e aprendizagens – mas todos temos direito à alegria.

Há inúmeros motivos nas nossas vidas para nos alegrarmos. Peço-lhe que, por cada motivo de tristeza que encontre, verbalize um motivo de alegria. Dou-lhe um exemplo: recentemente perdi o meu pai, que eu tanto amava, e claro que é um motivo de dor e de grande tristeza, mas por outro lado sinto-me alegre porque ainda usufruo da companhia da minha mãe.  Faço, ao meu ritmo, o luto da morte do meu pai, mas também agradeço e foco-me na alegria de ainda  poder estar com a minha mãe.

Pare o que está a fazer por um minuto e pense num motivo de tristeza na sua vida. Logo de seguida, encontre um motivo de alegria (e não vale dizer que nada a alegra neste momento!).

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