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Quantas vezes já chegámos ao ponto em que estamos fartas de lutar, de insistir, de tentar e parece que as portas não se abrem ou que nada muda? Se calhar, é porque é o momento de baixarmos os braços. Não porque desistimos, mas porque há alturas na vida em que é preciso mesmo parar, entregarmo-nos a algo maior, deixar a vida fluir.

A vida não é um campo de batalha, ainda que tenha muitos momentos difíceis. Se esta é a fase em que se encontra, convido-a a reflectir no seguinte:

– o que me leva a crer que a vida tem de ser difícil?
– como seria a minha vida se eu não acreditasse que ela é difícil?
– o que estou disposta a fazer de diferente para facilitar a minha vida?
– se a minha vida fosse fácil, como me iria sentir?

E assim vamos desmontando crenças e pensamentos profundamente enraizados, grande parte deles aprendidos e repetidos. Por vezes, há laços de lealdade que temos para com a nossa família, os nosso grupos, os nossos pares, que nos impedem de seguir a nossa intuição e aquilo em que verdadeiramente acreditamos.

Sim! Há dias em que nos sentimos cansadas, mas não desistimos de procurar o que nos faz bem.

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