Há características que temos que são únicas e específicas de quem somos. Pela crescente globalização de tendências, modas e estilos de vida, parece que às vezes nos baseamos em modelos para definirmos o nosso próprio modelo. Nada tem de mal fazer essa análise e ter essas referências, desde que isso não nos afaste de quem, na realidade, somos e de todo o nosso potencial.

Eu diria que seguir um modelo seria a fase seguinte a “os meus dons únicos”. O primeiro passo é descobrir quem sou e o que me torna uma pessoa única. É porque tenho uma capacidade acima da média de ouvir e acolher os outros, sentindo-me peixe na água numa profissão que envolva estas habilidades? Ou será que tenho uma queda especial para criar, desenhar, costurar, cozinhar, argumentar, etc? Quais são os meus dons únicos, aqueles que eu sei que me fazem sentir preenchida quando os vivo e ponho no mundo?

Depois desta descoberta posso, eventualmente, encontrar alguém a quem eu reconheça a coragem e a força de pôr esses dons no mundo. Não para lhe copiar a fórmula (ou estarei, de novo, a perder o contacto com os meus dons únicos), mas para me servir de inspiração ao meu próprio modelo.

Exercício

Listar, na área profissional, cinco características que eu sinto que me tornam única e me fazem sentir realizada. Quais são os meus cinco dons únicos na área profissional? Por exemplo, posso saber que sou uma boa comunicadora, mas isso é comum a muita gente. Ok! Então, em que tipo de comunicação me destaco e quais são as características únicas do que comunico? Quando os listar, vou partilhá-los com alguém que eu sei que me apoia.

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